Blog da Gláucia arte, cultura & eventos

Setembro 23, 2009

Vitor Moreno de volta ao Bar Inglês do TCC

Arquivado em: Eventos, Geral, Música — Gláucia Felippe @ 9:14 pm

O cantor Vitor Moreno é o próximo convidado a pisar no palco do Bar Inglês, do Tênis Clube de Campinas. O artista promete dar uma prévia
das músicas que irão compor o seu próximo CD de trabalho, que será lançado no ano que vem. Para quem tem um gosto refinado para estilos
musicais como o rock, clássico e pop não pode ficar fora dessa.

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Agosto 7, 2009

Reabertura do Bar Inglês do Tênis Clube

Arquivado em: Eventos, Geral, Música — Gláucia Felippe @ 10:58 am

O Evento:
“Quinta da Boa Música” reunirá as 3 melhores vozes da MPB e do Soul de Campinas: Tais Reganelli, Henrique Torres e Diego Del Valle acompanhados pela lenda viva da percussão campineira: Ding Dong.

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Taís Reganelli e Henrique Torres

 

 

 

 

 

 

Serviço:

“Quinta da Boa Música” – Reabertura do Bar Inglês

13/08 – Quinta-feira

Reabertura do Bar Inglês

Informações: 3721-6896 com Zélia Lessa, no Dep. Social 

Junho 28, 2009

Homenagem a Michael Jackson

Arquivado em: Artes, Geral, Música — Gláucia Felippe @ 7:24 pm

Uma homenagem realizada por 1.500 detentos, executado em 27 de junho de 2009, em memória de Michael Jackson. Concluído em 10 horas após o recebimento palavra que o Rei do Pop faleceu. Que ele possa sempre ser lembrado. …

Maio 17, 2009

Campinas fica fora da Virada Cultural

Arquivado em: Artes, Cultura, Eventos, Música — Gláucia Felippe @ 5:41 am

 

A Secretaria Municipal de Cultura confirmou que Campinas está fora da Virada Cultural Paulista deste ano. A assessoria de imprensa da prefeitura apontou a crise econômica como um dos principais fatores para a não participação no evento, que promoverá shows e programas culturais gratuitos em outras 19 cidades paulistas.

Segundo a assessoria, a prefeitura não tem recursos para a Virada neste ano pois o município já investiu em outras atividades culturais e citou entre elas o carnaval e o Festival Internacional de Leitura, ressaltando também um investimento de R$ 1 milhão em 96 projetos do FICC – cerca de 70% das apresentações também acontecem gratuitamente de junho a setembro deste ano. Foi informado ainda que não haveria tempo para autorizar as licitações necessárias para a realização da Virada.

Já a Secretaria do Estado de Cultura confirmou que, apesar de Campinas ter participado das outras duas edições, o município não participaria do evento em 2009. A secretaria estadual ressaltou a participação de outras cidades da região, como Santa Bárbara D’Oeste, e explicou que um dos critérios para a escolha das cidades era haver interesse do município em sediar as apresentações. A assessoria de imprensa da secretaria municipal negou não haver interesse, mas alegou que “há muitos eventos culturais e esse não dá para fazer”.

De acordo com o coordenador da unidade de fomento e produção cultural da Secretaria do Estado de Cultura, André Sturm, a administração campineira comunicou sua saída da Virada Cultural no final de março, alegando que não tinham possibilidade de participar. “Uma programação enorme estava prevista (para Campinas), coisa de 30 espetáculos, como foi no ano passado”, disse Sturm. Segundo ele, praticamente todas apresentações foram transferidas para Mogi Guaçu. A cidade já havia manifestado interesse em participar, mas não havia sido incluída anteriormente no evento, pois a organização estava repetindo os municípios do ano passado.

Quem foi na Virada Cultural Paulista nos anos anteriores, lamenta a exclusão da cidade na programação. O publicitário Fabio Chaves, de 26 anos, participou do evento em 2008 e reclama da decisão da administração municipal. “É com surpresa que recebi a desagradável notícia de que Campinas não terá Virada Cultural este ano. Na contramão do desenvolvimento social, a minha cidade assume uma postura displicente com seus cidadãos. A Virada não deveria faltar num pólo cultural jovem como a RMC. Sinto uma vergonha envolvida em decepção. Como músico e comunicador, devo admitir a perda principalmente aos jovens, que deixarão de conhecer de perto muita gente bacana da arte”, lamenta.

Já a cantora e bailarina Natália Lourenço conferiu as duas primeiras edições da Virada Cultural na capital e, neste ano, pretendia ir em Campinas. Quando soube que nenhum dos shows aconteceria no município, ficou desapontada. “Acho a Virada um evento de extrema importância, que permite as pessoas de se aproximar e ter o mesmo acesso, da mesma qualidade, diante a cultura”, disse a jovem de 20 anos, que acredita que a cidade deveria ter dado continuidade à sua participação na Virada Cultural.

A programação completa do evento nas outras cidades do interior paulista será divulgada nesta quarta-feira (6). No entanto, já foram confirmados os shows de artistas como Sepultura, Marcelo D2, Jorge Ben Jor, Lenine, Ratos de Porão, Moraes Moreira, Leci Brandão, Ultraje a Rigor, Pitty, CPM22, Monobloco, Lobão, Cachorro Grande, Almir Sater, Dona Ivone Lara e Cordel do Fogo Encantado. A Virada Cultural Paulista acontece nos dias 16 e 17 de maio.

Maio 14, 2009

Vitor Moreno no Tênis Clube

Arquivado em: Eventos, Geral, Música — Gláucia Felippe @ 1:36 pm

CONVITE VITOR MORENO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O cantor, compositor, violonista e guitarrista Vitor Moreno se apresenta nesta sexta-feira, 15, no lounge da piscina do Tênis Clube de Campinas, com versões de sucessos do Rock N´Roll Clássico e Moderno, do POP e da BlackMusic, passando pela MPB e pelo Reggae.Apresentação caracterizada por : Violão, Voz e Percussão. Repertório marcado por Artistas dos anos 70 ao Contemporâneo: Cássia Eller, TIM Maia, Gilberto Gil, Pink Floyd, Whitesnake, Lenny Kravitz…
Sua característica principal é o Ecletismo Musical : Repertório bem popular, de músicas famosas adequadas para um happy hour. Da Mpb mais corriqueira, mas harmoniosa, com pitadas de groove e soul music até o rock mais intenso, baladas românticas… Músicas Nacionais e Internacionais.

Abril 27, 2009

Susan Boyle pode não vencer programa de TV

Arquivado em: Cultura, Música — Gláucia Felippe @ 7:11 pm

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Fonte: G1

Histórias sobre vida particular da cantora devem atrapalhar.
Caso vença, ela deve fazer aparição na versão americana do reality show.

Apesar de ter conquistado o mundo com sua cantoria de “I dreamed a dream” no programa “Britain’s got talent” e de ter sido vista no YouTube cerca de 100 milhões de vezes, Susan Boyle pode não vencer o reality show. Pelo menos foi o que afirmou o jurado Simon Cowell.

“Ela tem quatro semanas para se preparar para a maior noite de sua vida, e tem que cantar melhor do que já cantou antes”, afirmou em entrevista, de acordo com o site “Access Hollywood”.

Cowell disse que não aguenta mais ouvir histórias da vida particular de Boyle com seu gato, Pebbles, e acha que isso pode prejudicar a performance da cantora. “Esse tipo de coisa pode fazer com que tudo vá horrivelmente errado. Porque há tantas distrações.”

 Entretanto, o jurado já faz planos para o caso de Boyle vencer a atração e acha que ela deve aparecer no palco do “America’s got talent”, versão norte-americana do programa que a cantora disputa na Inglaterra. Ele afirmou acreditar que isso possa servir de grande incentivo para os artistas do Reino Unido participarem do programa.

Março 26, 2009

Carmem Miranda: ” A pequena notável”

Arquivado em: Artes, Cultura, Geral, Música — Gláucia Felippe @ 7:04 pm

Por: Gabriel Rocha Gaspar

 

 

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Carmen Miranda pisou em Nova York como uma ilustre desconhecida. Com seu parco vocabulário em inglês, pareceu uma moça ingênua e deslocada aos olhos gringos. Ledo engano. Poucos meses depois, ela era não somente a maior estrela da Broadway como a artista mais bem paga do cinema norte-americano. Vestida de baiana, com bananas sobre a cabeça, a portuguesa de nascença – e só de nascença! – foi, e é ainda hoje, data em que completaria cem anos, o maior ícone da música e da cultura brasileiras no exterior.
Filha de um barbeiro com uma dona de casa, Maria do Carmo Miranda da Cunha veio para o Brasil com poucos meses de idade. E da janela de uma humilde pensão familiar, no número 13 da Travessa do Comércio, centro do Rio, se apaixonou pelo ritmo das ruas brasileiras. Cresceu em meio à boemia sambista, conheceu grandes compositores e intérpretes e nunca conseguiu se firmar em um trabalho “decente” – para os padrões do início do século, é claro. Vendeu gravatas e costurou chapéus, mas a mania de cantar durante o serviço lhe rendeu duas demissões.

“Ainda bem”, ela pensou consigo mesma. O trabalho formal não era mesmo o negócio dela. E isso ficou evidente aos olhos do compositor e violonista Josué de Barros que, de passagem por uma festa no Instituto Nacional de Música, se apaixonou pela voz poderosa daquela menina de um metro e meio. Resolveu financiar cursos de dicção e canto, apresentá-la a gravadoras, agendar espetáculos. O auxílio luxuoso rendeu um contrato com a gravadora RCA e o posto de voz suprema do povo brasileiro. “A pequena notável”, como cunhou César Ladeira, um famoso radialista da época.

Depois de uma temporada de sucesso no Cassino da Urca, Carmen virou embaixadora do samba. Viajou pela América Latina, apresentou-se em Buenos Aires ao lado da irmã Aurora e, por fim, chamou atenção de Lee Schubert, empresário americano de trânsito na Broadway. A princípio, Schubert quis levá-la sozinha para os Estados Unidos. Mas ela, que não era boba nem nada, sabia bem que sem músicos brasileiros, não dava samba. E sabia bem também que era de sumo interesse da política getulista que o Brasil ganhasse espaço como potência cultural. Não à toa, o governo brasileiro financiou a ida do conjunto completo para os Estados Unidos.
E lá, Carmen entrou para a história do mundo: foi o primeiro – e até hoje mais sólido – estereótipo da tropicalidade; foi a primeira artista do terceiro mundo a cravar o nome na calçada da fama; foi campeã de vendagem; foi a artista mais bem paga de Hollywood. Voltou para o Brasil com a bola toda, certa de que agora seria reconhecida como o talento mundial que se tornara, acreditava que o preconceito com o repertório popular que cantava fosse coisa do passado. Em parte, era. Houve quem falasse que a recepção magnífica, com direito a show para a primeira dama, fosse exagerada para uma cantora de samba. No dia seguinte da apresentação, que Carmen inaugurou com um singelo “Good night, people!”, as manchetes a chamavam de “americanizada”.

Foi o início da derrocada. Carmen nunca perdeu o talento ou diminuiu o ritmo de apresentações e gravações. Voltou aos Estados Unidos, ao cinema, à Broadway. Mas a rotina incessante de trabalho a deixava agitada durante a noite, sonolenta durante o dia. Carmen passou a dormir com calmantes e acordar com estimulantes. Passava mal com relativa frequência, sofria com um casamento que descambava em escândalos domésticos. Depois de seis meses de reclusão, voltou à ativa, como se nunca tivesse saído de cena. Mas a nova velha Carmen Miranda durou pouco. Em um programa de televisão, ela caiu de joelhos, com falta de ar e foi levada de volta à sua casa, em Beverly Hills. Naquela mesma noite, em 5 de agosto de 1955, morreu abraçada a um espelho.

Por mais nostálgico que tenha sido o fim, pouco se lembra dessa imagem de uma Carmen Miranda abalada, destruída pelo trabalho, pelas pílulas e pelos amores complicados. Ela é até hoje a referência estética de um Brasil tropical, rico em cores e sons, de cultura viva e gritante. Aos cem anos, ela ganha uma mostra exclusiva na Cinemateca de Lisboa, uma empresa de conservação da produção cultural (Carmen Miranda Administração e Licenciamento, fundada por sua família), além de uma série de homenagens nas mais diversas mídias. Mas nem todas as homenagens são capazes de pagar a dívida que os brasileiros têm com essa artista, que desbravou a América do Norte e tornou nossa cultura e música referências globais.

 

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