Blog da Gláucia arte, cultura & eventos

Novembro 9, 2009

PONTO DE CULTURA – O BRASIL DE BAIXO PARA CIMA

Arquivado em: Cultura, Eventos, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 7:24 pm

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Idealizador e gestor dos Pontos de Cultura, Célio Turino lança livro no qual aborda
sua trajetória e seu envolvimento na criação de núcleos culturais pelo país
 Ponto de cultura – o Brasil de baixo para cima é escrito por Célio Turino, mestre em história pela Universidade de Campinas (UNICAMP). O livro é uma reunião de relatos de experiências vividas pelo autor com o programa Pontos de Cultura. Cinco anos atrás, a convite do então ministro Gilberto Gil, Turino desenvolveu esse projeto de política pública voltado para a democratização da cultura, possibilitando a expressão de suas múltiplas identidades.

 Lançados na gestão de Gilberto Gil à frente do Ministério da Cultura (MinC) e mantidos na administração de Juca Ferreira, os Pontos de Cultura agregam diversas formas de expressão: música, poesia, literatura, artes plásticas e dança. Espalhados por todos os cantos do país, eles envolvem as comunidades e seus líderes, funcionando como verdadeiros pontos de vida, de existência. Uma cartografia da cultura e da criatividade da população brasileira.

 O livro não é uma obra institucional e foge do clichê. O autor conta como o contato próximo com as pessoas se refletiu em sua trajetória de homem social e político. No programa, Turino acompanhou de perto o cotidiano de cidadãos comuns e extraordinários que deixaram de assistir para existir e passaram a exercer seu direito de manifestar-se culturalmente.

 O leitor poderá, por exemplo, acompanhar a visita de Turino à tribo Yawalapíti, que vive no Parque Nacional do Xingu com mais 13 etnias. Em meio a dificuldades para preservar características culturais – entre elas, sua língua –, a tribo teve seu território reconhecido como Ponto de Cultura e conseguiu ajuda para ensinar o idioma a seus integrantes.

 Também está no livro a Casa de Cultura Tainã, em Campinas, no interior de São Paulo. O núcleo cultural nasceu de modo independente após uma série de iniciativas tímidas na cidade, que iam de biblioteca a uma orquestra de tambores em metal.

 Outro projeto abordado é o Vídeo nas Aldeias, em que cineastas indígenas produzem documentários e filmes de ficção. Falados em línguas como kaxinawá, kuikuro, huni-kuni e ashaninka, curta, média e longa-metragens são escritos, dirigidos e encenados pelos índios. Narrativas que estabelecem um diálogo pela voz de quem faz a própria cultura e não pela voz do “outro”.

 Os depoimentos do autor também deixam clara a preocupação com as escolas públicas, que sofrem com a política educacional deficiente. Nesse setor, a ação dos Pontos de Cultura já é evidente: mais de 100 colégios foram contemplados com o programa, que torna possível, entre outras atividades, o funcionamento de rádios locais – a exemplo da Escola Estadual Clóvis Borges Miguel, em Serra (ES), e sua Rádio Instrumental Educativa e do Colégio Estadual Vicente Januzzi, na periferia carioca, que oferece aos alunos estudo de filosofia por meio da MPB.

Conforme o sociólogo Emir Sader escreve no prefácio, a década de 90 sofreu nas políticas culturais o reflexo do que ocorria em uma série de áreas: o quase desaparecimento do poder público, ante uma classe empresarial que ganhou o direito de veto às culturas tradicionais do povo brasileiro, em benefício do que lhe fosse mais conveniente.

 Os Pontos de Cultura puderam revelar e apontar caminhos, compreender realidades, aproximar e reaproximar pessoas, contextos e leituras e criar outras legitimidades. Além disso, fortaleceram o processo de mudança no modo de pensar política pública cultural porque expressam a cultura em suas dimensões ética, estética e econômica. O programa não se enquadra em fôrmas, não é erudito nem popular. Também não se reduz à visão de “cultura e cidadania” ou de “cultura e inclusão social”. É um conceito. Conceito de autonomia e protagonismo sociocultural.

 O livro é lançado pela editora Anita Garibaldi, que em outubro completou 30 anos dedicados à publicação de conteúdo progressista, desde a sua fundação, em 1979, durante a Ditadura Militar.

 Conheça o autor:

 Célio Turino é natural de Indaiatuba e criado em Campinas, onde se graduou Mestre em História, pela Universidade de Campinas (Unicamp). Quando esteve à frente da Secretaria Municipal de Cultura da cidade, entre 1990 e 1992, iniciou o programa Casas de Cultura, muito semelhante ao que é hoje o Cultura Viva: Pontos de Cultura. Ainda em Campinas, criou o Recreio nas Férias, projeto que rapidamente virou ação pública nacional no Ministério dos Esportes. Na gestão de Marta Suplicy em São Paulo – a primeira experiência do PT à frente dessa administração municipal –, Turino dirigiu o Departamento de Programas de Lazer na Secretaria de Esportes e desenvolveu o Viva São Paulo, que visava a utilização de espaços públicos da capital paulista para o lazer. A seguir, foi convidado para integrar a Secretaria de Pro gramas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura, na gestão de Gilberto Gil. Se a implantação do Cultura Viva: Pontos de Cultura ainda é um processo em crescimento, seu nascimento foi, de certa maneira, simples: em duas noites Turino se debruçou sobre seu laptop e criou o projeto, que atualmente é estudado em outras partes da América Latina. Além de Pontos de Cultura – O Brasil de Baixo Para Cima, lançado pela editora Anita Garibaldi, ele é autor de livros como Na Trilha de Macunaíma – Ócio e Trabalho na Cidade.

 www.celioturino.com.br

 Serviço:

 Ponto de Cultura – O Brasil de Baixo Para Cima
Editora: Anita Garibaldi
Autor: Célio Turino
Prefácio de Emir Sader
ISBN: 978-85-7277-084-2
Valor: R$ 35,00
Número de páginas: 256 páginas                     http://www.anitagaribaldi.com.br – site da Editora

 

Novembro 4, 2009

Parceiros Voluntários – Desafio Montanha do Saber

Arquivado em: Cultura, Eventos, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 5:32 am

Desafio Montanha do Saber

 Já pensou em ajudar a arrecadar 5.000 livros em apenas 7 horas?

A Parceiros Voluntários desafia você e seus amigos para ajudar na arrecadação de livros, que serão doados para Bibliotecas Comunitárias de Porto Alegre e a montar a maior Montanha do Saber do nosso Estado. No dia 07 de novembro, sábado, das 10h às 17h, voluntários estarão recebendo as doações no Armazém A1 do Cais do Porto, no Largo da Escrita, durante a programação da 55ª Feira do Livro.

Participe, leve a sua turma, convide os amigos e doe Livros.

Serviço:

Desafio Montanha do Saber

 Quando? 07 de novembro de 2009 – sábado

Que horas? Das 10h às 17h

Onde: Largo da Escrita – Armazém A1 do Cais do Porto Portão 10 – acesso pelo Guaíba – Porto Alegre -RS

 Informações:

Analista de Redes Sociais

55 51 3392 9797

55 51 9654 3658

Padre Chagas, 35/202 map

Porto Alegre, Brasil

www.3yz.com

Outubro 21, 2009

Sabor de Maboque – Dulce Braga

Arquivado em: Cultura, Eventos, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 2:25 pm

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Agosto 6, 2009

“Libelo Contra a Arte Moderna” – Salvador Dalí

Arquivado em: Artes, Cultura, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 7:20 pm

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Alguém ousaria criticar Picasso, Rimbaud e Miró? E questionar Le Corbusier, Cézanne e Mondrian? Salvador Dalí (1904-1989) o faz. Em “Libelo Contra a Arte Moderna”, uma das mais polêmicas personalidades do século 20 escreve um panfleto contra os críticos que se curvam às vanguardas e profere algumas verdades à arte moderna. Para esse artista multimídia, que conviveu com Luis Buñuel, Federico García Lorca e outros inovadores, a arte moderna não só engana como também corneia os próprios críticos, promovendo a feiúra generalizada e a hipervalorização da técnica. Escrito e publicado em 1956, na França, Libelo contra a arte moderna é uma leitura atual e provocativa, saída da mente daquele que personificou o movimento surrealista.

Julho 29, 2009

Assine o Manifesto por um Brasil literário e ajude a incentivar a leitura de literatura no Brasil

Arquivado em: Artes, Cultura, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 10:11 am

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Durante a FLIP Festa Literária Internacional de Paraty2009, o Instituto C&A, a Associação Casa Azul, a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, o Instituto Ecofuturo e o Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF) promoveram debate sobre a importância da leitura literária e de políticas de promoção da leitura. Na ocasião, o escritor e poeta Bartolomeu Campos de Queirós leu o “Manifesto por um Brasil literário”, de sua autoria. O objetivo deste documento é acolher propostas e engajar o maior número de pessoas em torno dessa causa. O manifesto já está circulando pela internet e pode ser assinado no site www.brasilliterario.org.br, que abriga um fórum de discussão, enquetes e notícias com essa temática.

Julho 27, 2009

História da Arte

Arquivado em: Artes, Cultura, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 10:53 am

História da Arte

 

 

 

 

 

 

 

“A História da Arte” é um dos mais famosos e populares livros sobre arte já publicados. A obra serve de introdução a todo o assunto, apresentando desde as mais antigas pinturas em cavernas até a arte experimental de hoje. Ernst Gombrich é considerado um verdadeiro mestre, que combina o conhecimento e a sabedoria a um talento excepcional para comunicar seu profundo amor pelas obras de arte que descreve. Ele busca trazer alguma ordem compreensível à riqueza de nomes, períodos e estilos que preenchem as páginas do livro. Usa a sua percepção da psicologia das artes visuais para nos fazer ver a história da arte como uma tela contínua e uma mudança de tradições, em que cada obra reflete o passado e aponta para o futuro.

Junho 30, 2009

A Balada do Cárcere de Reading – Oscar Wilde

Arquivado em: Artes, Cultura, Geral, Literatura, Poesia — Gláucia Felippe @ 9:32 am

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Ilustração de Di Cavalcanti para obra literária de Oscar Wilde 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 … O casaco escarlate não usou, pois tinha

De sangue e vinho o jeito;

E sangue e vinho em suas mãos havia quando

Prisioneiro foi feito,

Deitado junto à mulher morta que ele amava

E matara em seu leito.

Ao caminhar em meio aos julgadores, roupa

Cinza e gasta vestia;

Tinha um boné de críquete, e seu passo lépido

E alegre parecia;

Mas nunca em minha vida alguém olhar

Tão angustiado o dia.

Eu nunca vi na vida que tivesse

Tanta angústia no olhar,

Ao contemplar a tenda azul que os prisioneiros

De céu usam chamar,

E as nuvens à deriva, que iam com as velas

Cor de prata pelo ar.

Num pavilhão ao lado, andei com outras almas

Também a padecer,

Imaginando se seu erro fora grave

Ou um erro qualquer,

Quando alguém sussurrou baixinho atrás de mim:

“O homem tem que pender”.

Cristo! As próprias paredes da prisão eu vi

Girando ao meu redor,

E o céu sobre a cabeça transformou-se em elmo

De um aço abrasador;

E, embora eu fosse alma a sofrer, já nem sequer

Sentia a minha dor.

Sabia qual o pensamento perseguido

Que lhe estugava o andar,

E porque demonstrava, ao ver radiante o dia,

Tanta angústia no olhar;

O homem matara a coisa amada, e ora devia

Com a morte pagar.

Apesar disso, escutem bem todos os homens

Matam a coisa amada;

Com o galanteio alguns o fazem, enquanto outros

Com a face amargurada;

Os covardes o fazem com um beijo,

Os bravos, com a espada!

Um assassina o seu amor na juventude,

Outro, quando ancião;

Com as mãos da Luxúria este estrangula, aquele

Empresta do Ouro a mão;

Os mais gentis usam a faca, porque frios

Os mortos logo estão.

Este ama pouco tempo, aquele ama demais;

Há comprar, e há vender;

Uns fazem o ato em pranto, enquanto que um suspiro

Outros não dão sequer.

Todo homem mata a coisa amada!- Nem por isso

Todo homem vai morrer.

Maio 12, 2009

O livro das sete mulheres do Grupo Antropoantro na Galeria

Arquivado em: Artes, Cultura, Eventos, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 4:06 pm

 antropoantro_frenteFonte: Portal da UNICAMP

Fotos: 

Antônio Scarpinetti  Edição das imagens: Everaldo Silva

Tina, Beth, Inês, Lalau, Olívia, Silvia e Vane: uma história que deu certo

O que há no interior do livro do artista? Anotações, percepções, desenhos, conceitos, esboços ou a própria obra de arte? Silvia Mattos, Beth Schneider, Inês Fernandez, Lalau Mayrink, Olivia Niemeyer, Tina Gonçalez e Vane Barini abrem os livros e sanam a curiosidade dos visitantes ao colocar este pequeno-grande objeto, vital à criação de muitos artistas, como centro da exposição inaugurada quinta-feira (7), na Galeria de Arte Unicamp. “Livro-imagem/imagem-livro” exprime a peculiaridade de cada uma das artistas do Grupo Antropoantro, criado em 2000 no Ateliê Silvia Mattos.

O livro está presente tanto nas obras individuais quanto na obra “Era uma vez uma história que deu certo”, instalação em canto de parede na qual fotos, desenhos, pinturas e serigrafias contribuem para contar a história de um boneco de plástico com a qual o Antropoantro percorreu os lugares mais inusitados, entre eles o interior de um ônibus urbano. “As pessoas interagiram com a instalação, com o grupo. Ater o motorista gostou porque foi uma intervenção na rotina dele”, explica Silvia.

O livro azul de Tina Gonçalez “Azul” não é só a cor escolhida por Tina Gonçalez para compor a exposição. É o nome de uma obra que pode transmitir uma diversidade de sentimentos. Com a vantagem de poder ser tocada – aliás, todas as peças permitem isso –, o visitante escolhe seu melhor azul: o das geleiras que exprimem a beleza da natureza ou o da paisagem modificada pelo homem. “Azul” é um livro de artista ou um livro artístico composto de uma bela capa, título, subtítulo e um conteúdo surpreendente. Para entender, é preciso visitar, tocar e manipular. “Trabalho com cores primárias (azul, amarelo e vermelho), mas escolhi o azul por ter a ver com o meu momento e o momento da exposição”, diz Tina.

A cera que cobre o texto bíblico pode exprimir o exagero da devoção; o alinhavo da Constituição Federal de 1913 pode significar a necessidade de revisão do livro; as cores que cobrem as fotos em preto-e-branco do livro de arte do início do século 20 permitem refletir sobre a resistência em colorir pinturas na época. Mas são respostas que estão no íntimo de Beth Schneider. Ousadia? “É minha marca. É uma forma de mostrar que precisamos repensar certos conceitos”, responde a artista.

Obra de Beth Schneider: alguns conceitos precisam ser revistos “Livro Não-lugar” e “Livro Não-água”, obras de Silvia Mattos, são um conjunto de obras que surgiram de duas grandes instalações de 30 x 350 centímetros, em plástico. O resultado é uma sequência de fotos reveladas em transparência forradas em tom prata ou dourado.

Inês Fernandez sempre teve inclinação para a arte, mas o destino a levou para a formação em letras. E são as letras e as imagens de jornais que compõem e obra “Inventário do cotidiano”, um conjunto de 33 livros encadernados no qual a paginação é reinventada de acordo com a inspiração da artista. Publicações da década de 1070 até os dias atuais ajudam a dar forma às encadernações no formato 43×30 e 32×22.

A aposentadoria do Departamento de Lingüística do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp levou Lalau ao Ateliê Silvia Matos, em 1992. Em 2000, a ex-professora e agora artista plástica topou o desafio de criar o Antropoantro. O desenho faz parte de seu dia-a-dia, o que a ajudou a compor a obra “Mafagafos”. “Meu livro é composto a todo momento, aos poucos, em salas de esperam reuniões…”, diz Lalau.

A vontade de transformar a própria arte move o livro de Vane Barini, que tira as imagens mais surpreendentes de suas próprias fotografias. “Na arquitetura sempre como objeto o indivíduo. De uma multidão registrada em fotos eu particularizo o homem”, explica Vane. Enquanto a transformação move o livro de Vane, Olívia Niemeyer dá movimento a suas imagens estáticas no vídeo “O animal que logo sou”, inspirado no livro do filósofo Jacques Derrida do qual ela empresta o título da obra.

É desse conjunto de idéias que o Antropoantro escreve um só livro a partir do livro de artista de cada uma dessas sete mulheres. “Aqui uma opina sobre o trabalho da outra, sem problemas”, diz Silvia.

Saiba mais sobre as artistas clicando aqui

Abril 23, 2009

“Diante dos Outros” – Miklós Náday

Arquivado em: Artes, Fotografia, Literatura — Gláucia Felippe @ 5:56 pm

 

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Abril 1, 2009

Al Gore publicará novo livro sobre mudança climática

Arquivado em: Cultura, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 7:00 pm

 

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O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore publicará um novo livro sobre a mudança climática com o título “Our Choice” (Nossa Escolha) antes do fim deste ano, informou a editora Rodale.

Com essa publicação, Al Gore voltará a discutir as consequências da mudança climática que já havia abordado em 2006, quando escreveu o livro –que também virou filme– “Uma Verdade Inconveniente: O que Devemos Saber (e Fazer) Sobre o Aquecimento Global”.

A Rodale afirmou, através de um comunicado à imprensa, que o livro será publicado em 3 de novembro e que terá impressão em papel totalmente reciclado.

Além disso, o lucro com as vendas será doado à organização sem fins lucrativos Aliança para a Proteção do Clima.

O novo livro de Al Gore abordará como combater os efeitos da mudança climática, ao mesmo tempo em que são criados postos de trabalho e se promove o crescimento econômico, publica a edição on-line do jornal “The New York Times”.

Fonte: Folha S.Paulo

Março 31, 2009

O livro: Os Templários e o Brasil – Pedro Silva

Arquivado em: Artes, Cultura, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 6:55 pm

 

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Pedro Silva diponibilizou seu e-mail para eventuais perguntas: ps77@aeiou.pt

Dados técnicos da obra “Os Templários e o Brasil”:
Editora: Flâmula
Autor: PEDRO SILVA

Sinopse: A obra Os Templários e o Brasil é uma obra que transporta o leitor
para a Idade Média, permitindo-lhe entrar em contato com o universo dos
cavaleiros e suas grandiosas cruzadas. O livro é baseado em pesquisas
realizadas pelo autor português Pedro Silva. A sua linguagem emocionada e
extremamente objetiva. Preocupou-se o autor em produzir uma obra concisa de
caráter a um só tempo científico e emocional, permitindo, no entanto, ao
leitor criar sua opinião própria sobre o tema. Os Templários foram
cavaleiros que constituíram uma organização ao mesmo tempo religiosa e
militar, em 1119, liderada por seu fundador Hugo de Payns. Seu escopo mais
conhecido era a defesa dos cristãos de ataques dos mulçumanos. Os cavaleiros
eram religiosos, monges que faziam votos de pobreza, castidade e obediência.
A obra “Os Templários e o Brasil” revela o poder da fé e as riquezas
conseguidas por meio das Cruzadas, que foram responsáveis pela expansão do
cristianismo a partir do século XI. A extensa bibliografia pesquisada por
Pedro Silva é citada na obra apresenta documentos fidedignos de autores
notórios. O autor optou por manter a grafia portuguesa antiga nas
transcrições e o editor procurou respeitá-las ao máximo, alterando somente
quanto a acentuação brasileira atual e algumas grafias não praticadas no
Brasil como os “c” de “atual” e “direta”. Em alguns casos, optou-se pela
explicação do vocabulário em nota de rodapé, mas para nao sobrecarregá-lo de
notas, deixamos para o final um glossário que os leitores poderão consultar
se encontrarem dificuldade durante a leitura.

O livro pode ser comprado pela internet, nos mecanismos de busca, ou  pelo  e-mail  de contato do editor que publicou essa obra: gchacon2003@yahoo.com.br

Março 30, 2009

Templários: a criação da Ordem – Pedro Silva

Arquivado em: Cultura, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 7:14 pm

 
 

 

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Ao longo de todos estes anos de investigação, tenho denotado, da parte de uma imensa maioria, um forte interesse pela temática destes cavaleiros de longas vestes brancas. São, afinal de contas, a representação mais fiel da Cavalaria (nobreza, peritos em combate, indomáveis) da Idade Média.
A verdade é que se tornaram, com a passagem dos séculos, motivo de teorias contraditórias e de muita especulação.
Através dos meus livros sobre o tema, em Portugal e Brasil, tenho procurado desmistificar algumas ilusões criadas para “vender livros”. Um investigador não pode, de forma alguma, enveredar pelo caminho do ilusionismo. Não é para isso que existe a nossa profissão. Temos de nos basear estritamente no que é comprovado.
Quanto muito, podemos levantar possibilidades, através de documentos  ou monumentos. Subsiste, até hoje, a dúvida sobre a data correcta de implantação da Ordem dos Pobres Cavaleiros do Templo de Salomão (nome oficial). Porém, somos tentados a acreditar em 1118 como a mais fiel e a que se baseia em mais factos concretos. O local é Jerusalém (no Médio Oriente), a cidade-santa para três religiões monoteístas: cristãos, judeus e muçulmanos.
A sua missão (oficial) era a de proteger a rota de transporte dos peregrinos, visto que, à época, Jerusalém era um local de peregrinação constante, plena de fluxos humanos vindos da Europa.
Era, por assim dizer, a viagem de uma vida! Havia quem vendesse todos os bens terrenos para poder deslocar-se até Jerusalém, procurando, pelo menos, tocar no que restava do célebre Templo, mandado construir pelo rei sábio Salomão, ou, até, pela possibilidade de caminhar pelo mesmo solo onde Jesus Cristo passara os seus dias.
Porém, há muitos autores actuais (e, quando nos referimos a actualidade fazemo-lo tendo em mente finais do século XIX até ao presente momento) que consideram que os Templários (nome pelo qual se tornam mais conhecidos) tinham, em mentes, outros projectos ao serem criados. Ou seja, segundo estes, os nove cavaleiros iniciais (onde se destavaca Hugo de Payns, o primeiro Mestre) teriam como fito principal encontrar, nos escombros do Templo de Salomão, a célebre
Arca da Aliança (na qual estariam tesouros que, a ser descobertos, tornariam os seus detentores donos de um conhecimento de tal maneira transcendental que os levaria, facilmente, a governar o mundo).
Não podemos, naturalmente, confirmar tais teorias. Mas que nos parecem, de certo modo, apelativas, isso não podemos ignorar.
A verdade é que o fundamental em tudo isto, é que nove cavaleiros se juntaram, com o beneplácito da Igreja Cristã da cidade-santa, e apadrinhados por S. Bernardo de Claraval (o futuro mentor da Regra Templária), criando algo que, na altura, nem sequer sonhariam com a dimensão que viria a ter.

Para entrar em contato com o autor: ps77@aeiou.pt 

 

Fevereiro 10, 2009

Oitos países irão escrever as palavras da mesma forma

Arquivado em: Cultura, Geral, Literatura — Gláucia Felippe @ 10:32 pm

Essa eu peguei da RAC, pois estou com dificuldade para escrever devido a uma fratura no braço.

 

Ainda que a grafia das palavras seja a mesma, significados e influências culturais fazem a diferença

Depois de um período de adaptação, os oito países em que a língua portuguesa é oficial vão escrever as palavras da mesma forma. Mas isso não significa que a língua será a mesma. As mudanças que entram em vigor em janeiro alteram o jeito de escrever, mas não mexem em nada no significado que cada povo atribui às palavras e no jeito que cada região usa os termos. Essas diferenças vão continuar gerando surpresas quando um brasileiro, por exemplo, visitar países como Portugal, Angola ou Moçambique. O ator Isaac Mercadante, de 22 anos, trabalha no grupo de teatro Jeová Nissi. Entre as atividades da companhia, está um trabalho voluntário em Angola, que além de levar alegria e cultura ao país, devastado por uma guerra civil entre 1975 e 2002, pretende construir um orfanato para centenas de crianças que viram os pais morrerem no conflito. “O português que os angolanos falam é muito bonito. É mais original”, diz o ator. De acordo com ele, uma das principais diferenças está relacionada à forma de construir as frases. O gerúndio, que no Brasil se tornou exemplo de abuso em construções como “vou estar fazendo”, sequer é utilizado nos demais países lusófonos. “Os angolanos dizem sempre ‘estou a fazer’ e não ‘estou fazendo’. As pessoas têm muito pouco estudo, mas falam corretamente”, diz. No caso do português falado na África, ele é muito mais próximo do português de Portugal, já que esses países foram colônias até a década de 70, o que impunha uma relação muito mais próxima. A viagem, feita em julho do ano passado, aumentou o vocabulário do ator. “Descobri, por exemplo, que aldabrão, em Angola, significa ladrão”, conta. Em condições culturais tão diferentes, até palavras deixam de existir. O texto original de uma das peças apresentadas tinha uma piada com o uso da chapinha, o equipamento elétrico utilizado para alisar o cabelo. “Só que, em Angola, ninguém tem esse hábito. Em muitos lugares, nem tem energia elétrica. Então, nós precisamos adaptar a peça. Como a moda lá é usar tranças, trocamos o texto”, conta. Novelas A jornalista e pesquisadora Ana Paula Margarido foi para Portugal em 2005, logo depois de se casar com um português. “Encontrei algumas dificuldades de comunicação. A primeira é que eles falam muito rápido. A segunda era que nem sempre os portugueses entendiam o que eu falava. O que ajudava é que as novelas brasileiras são muito vistas por lá, o que faz com que eles aprendam o jeito brasileiro de falar”, afirma. Como está fazendo mestrado, Ana Paula foi orientada a escrever sua dissertação em português do Brasil. “Os orientadores dão esse conselho porque estão acostumados com alunos brasileiros que querem escrever no português de Portugal, mas acabam misturando as duas formas”, diz. No livro Dicionário de Português (Editora Globo, 1996), o escritor Mário Prata se dedica a esmiuçar, de forma cômica, essas diferenças. Num dos exemplos, ele mostra como algumas construções podem deixar a pessoa completamente sem saber do que se trata. “Imagine que você está num banheiro de restaurante em Portugal e o cartaz lhe diz, à entrada: Por favor, não esqueça de carregar no autoclismo da retrete. O que ele quer dizer é para você dar descarga!”, escreve. As diferenças existem porque toda língua, apesar de ter uma raiz, passa por transformações, determinadas por fatos históricos e influências. No caso do Brasil, a língua que usamos se formou a partir do idioma que os portugueses trouxeram, mas foram incorporadas outras heranças dos povos que ajudaram a formar a cultura brasileira. Dos negros, por exemplo, vieram termos como “samba”, “moleque”, “quilombo”, “quitanda” e “quiabo”. Dos índios, vieram outros: “arara”, “tatu”, “abacaxi”, “jabuticaba”. Principalmente entre o final do século 19 e meados do século 20, o português do Brasil recebeu centenas de termos que vieram junto com os imigrantes. O “quebra-luz”, por exemplo, se transformou no abajur, que veio do francês abat-jour. Unificação lingüística, que clareza! MILLÔR FERNANDES Tem aí meia dúzia de urnigos, na calada da noite, arquitetando um plano para a “unificação” da língua portuguesa. Escrevi o trecho abaixo em português de Portugal para vocês verem como será fácil essa unificação. “Estava a conduzir meu automóvel numa azinhaga com um borracho muito gira ao lado, quando dei com uma bossa na estrada de circunvalação que um bera teve a lata de deixar. Escapei de me espalhar à justa. Em havendo um bufete à frente, convidei a chavala a um copo. Botei o chiante na berma e ornamos ao criado de mesa, uma sande de fiambre em carcaça eu, e ela um miau. O panasqueiro, com jeito de marialva paneleiro, um chalado de pinha, embora nos tratando nas palminhas, trouxe-nos a sande com a carcaça esturrada (e sem caganitas!) e, faltando-lhe o miau, deu-nos um prego duro”. Como talvez vocês não tenham entendido alguma coisa, traduzo em brasileiro, também conhecido como português do Brasil: “Eu dirigia meu carro por um caminho de pedras tendo ao lado uma gata espetacular, quando vi um lombo na estrada de contorno que um escroto teve o descaramento de fazer. Por pouco, não bati nele. Como havia em frente uma lanchonete, convidei a mina a tomar um drinque. Coloquei o carro no acostamento e pedimos ao garçom sanduíche de presunto com pão de forma eu, e ela sanduíche de lombinho. O gozador, com jeito de don Juan bicha, muito louco, embora nos tratando muito bem, trouxe o sanduíche com o pão queimado (e sem azeitonas!) e, não tendo sanduíche de lombinho, trouxe um de churrasquinho duro”.

Fevereiro 4, 2009

José Saramago Vida e Obra- Pedro Silva

Arquivado em: Literatura — Gláucia Felippe @ 6:05 pm

Texto: Pedro Silva  

Para entrar em contato com o autor: ps77@aeiou.pt

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Para um português, o nome José Saramago será, sempre, motivo de indisfarçável orgulho. As razões para tal são, obviamente, a excelência da sua escrita, o prestígio que o autor granjeia pelo mundo inteiro e, como é compreensível, o facto de ter obtido o Prêmio Nobel da Literatura.
José de Sousa Saramago, nasceu a 16 de Novembro de 1922, isto apesar do registro oficial mencionar o dia 18 de Novembro. Atendendo a que foi na aldeia de Azinhaga que nasceu, Saramago é ribatejano. E isto, para além de meras questões geográficas, tem grande importância, atendendo a que jamais esqueceu as suas origens.
Segundo consta na sua biografia, os seus pais decidiram emigrar para a capital Lisboa em busca de melhores condições de vida. Nessa altura, Saramago tinha apenas dois anos e, como é fácil de compreender, toda a sua formação é efectuada na grande cidade, ainda que as lembranças da pequena aldeia onde nascera jamais se apartassem da sua memória.
Atendendo a que o jovem Saramago era muitíssimo concentrado nos estudos e ávido de obter conhecimento, não foi de estranhar que a escolaridade fosse, para Saramago, motivo de alegria, pois, acima de tudo, o seu espírito era de labor e, como tal, tomou a decisão de ingressar em uma Escola Técnica, de modo a obter especialização em determinada área.
Porém, quis o destino que tivesse de abandonar o prosseguimento dos estudos em detrimento de arranjar um emprego, pois o salário era fundamental. No seu caso, e aproveitando a sua formação técnica, teve como primeiro emprego o de serralheiro mecânico.
No ano de 1944, momento em que a II Grande Guerra Mundial parecia dar mostrar de findar, casou com Ilda Reis. Este enlace permaneceu até 1970.
Independentemente da sua  actividade profissional, Saramago continuava a dedicar-se à erudição e como tal não foi de estranhar que, com apenas vinte e cinco anos de idade, tenha publicado a sua primeira obra, com o título “Terra do Pecado”. Foi este o primeiro romance que os leitores puderam conhecer, escrito pelo futuro Nobel da Literatura. Também em 1947, nasceu a sua primeira filha, de nome Violante.

Dentro dos seus empregos, o futuro proporcionou-lhe ainda experiências como desenhador, funcionário público, tradutor e editor.

No que diz respeito às traduções, segundo consta, foi em 1955 que começou a dedicar-se a autores como Hegel ou Tosltoi, sendo que a qualidade da sua escrita começava a despertar a atenção dos seus leitores. O talento era inato, faltava apenas a grande oportunidade. Porém, o facto de um editor ter rejeitado a publicação da sua obra “Clarabóia” parece ter influenciado a sua decisão de ter estado dezenove anos sem publicar. Para, além disso, decide trocar a prosa pela poesia.

É então, em 1966, que volta a lançar um livro, no caso “Provavelmente alegria”. Cinco anos depois, publica “O ano de 1993″. Durante estes anos obtém reconhecimento no mundo editorial, ao colaborar com a Editora Portuguesa Estúdios Cor, exercendo funções no campo da direcção editorial e da produção.

Obtida esta necessária experiência, Saramago decide rumar a uma outra actividade que tanto o fascinava, no caso o jornalismo. Assim sendo, ingressa no Diário de Notícias e, mais tarde, no Diário de Lisboa. Dentro destes órgãos de comunicação social acumula experiência e cargos, sendo de destacar o facto de ter sido director-adjunto do Diário de Notícias e comentador político no Diário de Lisboa.

É então que ocorre, em Portugal, a Revolução do 25 de Abril de 1974, igualmente conhecido por “Revolução dos Cravos” e José Saramago consegue sonhar ainda mais alto, apanágio apenas ao alcance dos eleitos pela genialidade. Toma, nesse momento, a decisão da sua vida: dedicar-se única e exclusivamente à escrita. Entretanto, na bagagem curricular, constavam mais três livros, todos no campo das crónicas, actividade pela qual era já muitíssimo reconhecido e respeito.

Com este novo impulso literário, motivado pela dedicação a um sonho, Saramago publica, em 1976, “Os apontamentos” e, cinco anos volvidos, uma obra de grande fôlego “Viagem a Portugal” onde, com mestria, dá a conhecer, a todos, um país que começava a transformar-se em termos culturais e preparando-se para a modernidade.

Ao mesmo tempo publica vários outros trabalhos literários, entre os quais podemos referir duas peças de teatro, “A noite” (1979) e “Que farei com este livro?” (1980), assim como dois livros de contos (“Objectos quase”, de 1978 e “Poética dos cinco sentidos – o ouvido”, lançado em 1979).

É já um autor maduro e com leitores fiéis. Porém, é em 1982 que surge a grande consagração literária, ao publicar “Memorial do Convento”, romance que, muito provavelmente, é ainda hoje o mais procurado por todos aqueles que querem conhecer a sua escrita.

De lá para cá, os sucessos literários sucedem-se em catadupa, tais como “O ano da morte de Ricardo Reis” (1984), “A jangada de pedra” (1986), o polémico “Evangelho segundo Jesus Cristo” (1991) e “Ensaio sobre a Cegueira” (1995).
É neste ano, 1995, que obtém o honroso Prémio Camões, primeiro grande reconhecimento público da excelência da sua literatura. Em ritmo frenético, tão próprio dos grandes génios da escrita, José Saramago vai escrevendo e publicando sucessos comerciais e artísticos nos anos seguintes, provando que a experiência da vida tornava a sua escrita ainda mais refinada.

No entanto, a honra máxima de uma vida é obtida no ano de 1998, quando o Comité de Estocolmo (Suécia) decide, de forma totalmente justificada, o Prémio Nobel da Literatura, levando a que seu nome, já de si muitíssimo conhecido nacional e internacionalmente, rompesse todas as barreiras geográficas e fosse conhecido nos quatro cantos do mundo. No momento em que recebeu tal galardão, Saramago terá sentido, em si, o apoio de todo um povo, o português, e o orgulho do seu país.

Vive, actualmente, dividido entre Lisboa e Lanzarote (nas Ilhas Canárias), sendo casado, desde 1988, com Maria del Pilar del Rio Sanchez, jornalista e tradutora espanhola.

Após a obtenção do Prémio Nobel lançou, até ao momento, mais oito obras, de onde podemos destacar “Ensaio sobre a lucidez” (2004), “As intermitências da morte” (2005) e “As pequenas memórias” (2006). Os seus livros encontram-se traduzidos em 42 línguas diferentes e à venda em 53 países.

Da vasta lista de prémios literários obtidos pelo escritor português, podemos destacar: Prémio PEN Clube Português, Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores e Prémio Luís de Camões (Portugal); Prémio Internacional Ennio Flaiano (Pescara); Prémio Brancati (Zafferana); Prémio Internacional Mondello (Palermo) (Itália); ou Prémio The Independent de Ficção Estrangeira (Londres – Inglaterra).

No que diz respeito a distinções honoríficas, José Saramago obteve as seguintes: Comendador da Ordem Militar de Santiago de Espada e Grande Colar da Ordem Militar de Santiago de Espada (Portugal); Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras e Oficial da Legião de Honra (França); Grã-Cruz da Ordem «Ilhas Canárias» (Espanha); Medalha Guayasamin-UNESCO, Medalha Rumiñahui, Grã-Cruz ao Mérito Cultural e Literário do Congresso Nacional e Grã-Cruz ao Mérito Educativo e Cultural «Juan Montalvo» (Equador); Medalha Isidro Fabela da Faculdade de Direito da UNAM (México).

Sem sombra de dúvida que a figura do escritor José Saramago obteve, desde já, o direito a figurar entre os mais ilustres que a história da literatura mundial já teve o prazer de conhecer. Que este singelo ensaio bio e bibliográfico seja de modo a dar a conhecer um pouco melhor a vida e a obra do extraordinário autor José Saramago.

Veja a reação de José Saramago depois de assistir pela primeira vez ao filme “Ensaio Sobre a Cegueira” com o diretor brasileiro Fernando Meirelles.

  

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