Novembro 29, 2009
Novembro 28, 2009
Exposição em SP traz telas dos “novos” Santos, em seguida vai à Portugal
A exposição itinerante Todos os Santos – do Sagrado ao Profano abriu suas portas ao público pela primeira vez em São Paulo nesta sexta-feira (27), na Casa de Portugal, centro da capital paulista. As 28 obras, de 28 artistas, trazem santos criados pelos próprios pintores. A ideia era criar um santo que não existisse, “pessoal e intransferível”, que fosse pertinente à obra ou a vida de cada artisita. A mostra fica na cidade até 6 de janeiro de 2010 e em seguida viaja para Portugal, onde ficará exposta na cidade de Cintra. Exposta pela primeira vez em São Thomé das Letras, Minas Gerais, em 2006, a exposição contava com apenas 12 artistas.Todos os Santos – do Sagrado ao Profano
Local: Casa de Portugal
Av. Liberdade 602 / Centro / São Paulo
Tel.:(11) 3209.5554 / www.casadeportugalsp.com.br
Data: De 26 de novembro de 2009 a 06 de janeiro de 2010
Horário de Visitação: De segunda à sexta das 10h às 17h
Ingressos: Gratuito
Censura: Livre
Estacionamento: R$ 10,00 (com manobrista)
Outubro 29, 2009
7ª Bienal do Mercosul em Porto Alegre
De 16 de outubro a 29 de novembro, o Santander Cultural, em Porto Alegre, irá abrigar a 7ª Bienal do Mercosul. A exposição irá reunir trabalhos do Brasil, Chile, Espanha, Suíça, Uruguai, Argentina, República Checa, Eslováquia, Reino Unido, China, Suécia, Irã e Canadá. Ao todo, serão 19 obras que representarão 25 artistas.
Concebida pelo curador adjunto e artista argentino Roberto Jacoby, a exposição sugere a arte como espaço para a projeção de idéias. O objetivo do evento é afirmar o sentido e a importância de artistas como atores sociais e constantes produtores de crítica. O título desta edição, Grito e Escuta, explora a comunicação multidirecional por meio de diversas linguagens.
A Bienal está organizada em sete exposições, além de incluir projetos pedagógicos, um sistema de rádio e diversos programas culturais que vão acontecer ao longo da mostra, dentro e fora dos espaços de exposição. Segundo os curadores-gerais, Victória Noorthoorn e Camilo Yáñez, o evento propõe uma série de metodologias e ações que demonstrem a diversidade de abordagens e funções que a arte contemporânea apresenta.
O evento inclui a participação especial dos seguintes artistas: Alejandra Prieto, Nicolás Rupcich, Antoni Abad, Cinthia Marcelle, Fabiana de Barros, Fernando da Silva Pião, Fernando Velázquez; Gustavo Marrone, Karina Peisajovich, Martin Kohout, Oto Hudec, Paul Matosic, Ran Huang; Shirin Sabahi, Terence Gower e Tina Willgren.
Parte do acervo da 7ª Bienal do Mercosul estará exposto no site www.bienalmercosul.art.br. Há 13 projetos que serão exibidos exclusivamente no ambiente virtual.
Serviço:
Sétima Bienal do Mercosul
Data: de 16 de outubro a 29 de novembro
Local: Santander Cultural
Endereço: Rua Sete de Setembro, 1028 – Centro – Porto Alegre
Local: MARGS (Museu de Arte do Rio Grande do Sul)
Endereço: Praça da Alfândega, s/n° – Centro – Porto Alegre
Informações: www.bienalmercosul.art.br
Outubro 26, 2009
Homenagem a Carlos Drummond de Andrade no TCC
Outubro 5, 2009
Setembro 28, 2009
Espaço Cultural do Tênis Clube de Campinas recebe exposição ” Arte para Pequenos” em homenagem ao Dia das Crianças
A artista plástica Simone Thibes, inaugura pela primeira vez no Tênis Clube uma exposição em homenagem ao Dia das Crianças, é a Arte para Pequenos, que a partir de 6 de outubro, forra as paredes do Espaço Cultural. A mostra retrata o universo infantil através dos personagens da turma Cacá e Cia. e é dedicada a todas as pessoas que tem alma pura e inocente das crianças.

Simone Thibes é artista plástica premiada e atua também como ilustradora, cenógrafa e arte-educadora, tendo trabalhos no Brasil e exterior.
É formada em Artes Plásticas pela Pucc (1992) e em 2003 recebeu a medalha Carlos Gomes pelos serviços prestados no campo artístico de Campinas.

Serviço:
Exposição: de 6 a 24 de outubro de 2009
Horário: das 9h às 21h -entrada franca
Local: Espaço Cultural do Tênis Clube de Campinas
Rua Cel. Quirino, 1346 Cambuí
Fone: 19-3721-6896 (dep. social)
Mais informações: sithibes@yahoo.com.br
Setembro 20, 2009
Setembro 16, 2009
Donna Casa de Pizza sedia exposição de Roberto Gallo e Chico Fransé
Projeto “Arte com Pizza” apresenta mais uma vernissage com o tema “Flores e Plantas Tropicais”

Como parte do projeto “Arte com Pizza”, lançado pela Donna Casa de Pizza, que traz para a cidade vernissages e lançamentos de obras, unindo cultura à boa gastronomia, acontece de 23 de setembro a 25 de outubro, na pizzaria, a exposição “Pinturas e Mosaicos”, dos artistas plásticos Roberto Gallo e Chico Fransé. Serão exibidas telas pintadas a óleo e com tinta acrílica com o tema de flores, folhagens e plantas e mosaicos com cerâmica, pedras e vidros, que retratam, plantas flores e animais. Em 23 de agosto, a partir das 19h, Roberto Gallo e Chico Fransé recebem convidados em uma vernissage para apresentar suas obras e falar sobre o tema.
Sobre as obras
A exposição de Roberto Alves Gallo leva para a Donna Casa de Pizza algumas das obras que o artista pintou após uma viagem recente à Itália e ao Oriente Médio, que, em sua maioria, são quadros feitos com tinta acrílica. “Gosto do acrílico porque me permite versatilidade”, explica Gallo. Entre as obras que serão expostas estão quadros de bromélias, girassóis, iris, rosas e outras flores.
Fransé irá expor os mosaicos que produz com cerâmicas de infinitas cores e texturas, utilizando objetos como xícaras, vasos, pedras, cacos de louça ou pequenas contas de vidro coloridas, cuidadosamente escolhidas. Chico Fransé busca inspiração na natureza e suas peças podem retratar flores, plantas, arvores ou animais.
Sobre os artistas

Roberto Alves Gallo é artista plástico, pintor e paisagista. Foi aluno de Aldo Cardarelli e Olavo Sampaio. Sua especialidade é a pintura sobre tela e sobre papel, possuindo também experiência em escultura, cenografia e na execução de painéis de grandes dimensões. Já fez obras nas paredes de hospitais como o Centro Boldrini e Metropolitano, fez painéis para o Aquário de Ubatuba e para o Projeto Tamar, além de outros trabalhos por todo estado de São Paulo e também no Rio de Janeiro.
O artista gosta de trabalhar com tinta acrílica e criar telas a partir de tintas aguadas, aquarelas, em que aproveita a fluidez da tinta líquida para criar efeitos distintos, conservando a originalidade casual. Utiliza texturas, moldes e monotipias. Ele utiliza como ferramentas vassouras, laminas, pincéis, esponjas, vapores, compressas e compressores.

Chico Fransé é artista plástico, pintor, paisagista e mosaicista. As especialidades dele são os mosaicos que faz desde 1980, tendo criado inúmeras obras, cujas mais recentemente são os grandes painéis para Hospital Boldrini e o Mural Evolução para a Faculdade de Ciencias Médicas da Unicamp. Fransé possui uma produção diária em seu atelier no centro de Campinas, onde se encontra uma variedade de peças como totens, pratos e painéis, além de vasos de todos os tamanhos e tipos.
Os mosaicos produzidos por Fransé são feitos com cerâmicas de infinitas cores e texturas, utilizando objetos como xícaras, vasos, pedras, cacos de louça ou pequenas contas de vidros coloridas cuidadosamente escolhidas.
Serviço
Exposição de Roberto Gallo e Chico Fransé no “Arte com Pizza”
Local: Donna Casa de Pizza
Data: de 23 de setembro a 25 de outubro, de terça a domingo, a partir das 20h. No dia 23, a vernissage terá inicio às 20h30.
Setembro 14, 2009
Exposição Fernando Fragoso no Filet e Cia


Serviço:
Local: Filet e Cia: Rua Emílio Ribas, 891 – Cambuí – Campinas Tel. (19) 3252.5579
As obras estarão expostas até o final de setembro.
Setembro 4, 2009
Carta Casa Cor II
Prezados senhores, não esperava me ver diante da necessidade de voltar a escrever-lhes sobre as adversidades vividas no período de concepção do espaço Spa do Ecologista, na edição de Campinas da Casa Cor. É com profunda decepção que constato uma certa indiferença diante dos acontecimentos que trouxeram sérios aborrecimentos a todos os profissionais que me apoiaram na empreitada de desenvolver um espaço digno do padrão de qualidade do Spa Sete Voltas e da história do evento.
Pior do que ficar sem uma resposta concreta diante do direito legítimo de reclamar, já que cumpri todos os requisitos necessários, mesmo sem contar com a contrapartida da organização, é notar o desdém dos responsáveis pela mostra campineira.
Eu poderia esperar o pior dos organizadores do evento em Campinas, uma vez que têm a clara intenção de encobertar a falta de profissionalismo constatada por vários profissionais, mas o silêncio da organização geral é de se estranhar, uma vez que todas as referências sobre a Casa Cor sempre foram positivas.
Não acho que seja necessário repetir aqui os contratempos que geraram prejuízos financeiros e, principalmente, psicológicos por causa do estresse vivido diante da falta de estrutura mínima para trabalhar.
Talvez os senhores não estejam levando a sério as reclamações pelo fato de o trabalho ter sido realizado a tempo e o resultado ter se mostrado acima do satisfatório, mas o desdobramento e os investimentos ficaram acima do normal.
Pior que ficar sem uma resposta é perceber que o fato de ter dado ciência aos senhores de tais fatos me colocaram na condição de pessoa não grata. Fato este, inclusive, que está gerando retaliações à paisagista Cláudia Casella, que tem dado apoio à minha decisão de colocá-los a par dos contratempos vividos. O simples fato de publicar em seu blog a comunicação encaminhada anteriormente aos senhores gerou a proibição de sua entrada no Parque Ecológico, apenas liberada após a intervenção de um advogado. Os convites para o coquetel de lançamento e os aventais das recepcionistas do Espaço Jardim da Capela, da paisagista, foram retidos e entregues na última hora, o que demonstra claramente um tratamento diferenciado em relação aos demais profissionais que participam da mostra.
Tenho a certeza de que a parceria firmada entre o Spa Sete Voltas e a Casa Cor vai ser a mais proveitosa possível e que se repetirá no futuro. Também acredito que não haverá necessidade de uma terceira missiva, que seria encaminhada aos senhores e elaborada em forma de carta aberta à população.
A memória de Roberto Burle Max, o histórico de sucesso da Casa Cor e o respeito que o público de Campinas merece são mais que suficientes para que explicações sejam encaminhadas. Não posso crer que seja ignorada ao reclamar uma posição dos senhores diante da gravidade dos fatos já relatados.
Myrian Abicair










