Blog da Gláucia arte, cultura & eventos

Junho 30, 2009

A Balada do Cárcere de Reading – Oscar Wilde

Arquivado em: Artes, Cultura, Geral, Literatura, Poesia — Gláucia Felippe @ 9:32 am

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Ilustração de Di Cavalcanti para obra literária de Oscar Wilde 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 … O casaco escarlate não usou, pois tinha

De sangue e vinho o jeito;

E sangue e vinho em suas mãos havia quando

Prisioneiro foi feito,

Deitado junto à mulher morta que ele amava

E matara em seu leito.

Ao caminhar em meio aos julgadores, roupa

Cinza e gasta vestia;

Tinha um boné de críquete, e seu passo lépido

E alegre parecia;

Mas nunca em minha vida alguém olhar

Tão angustiado o dia.

Eu nunca vi na vida que tivesse

Tanta angústia no olhar,

Ao contemplar a tenda azul que os prisioneiros

De céu usam chamar,

E as nuvens à deriva, que iam com as velas

Cor de prata pelo ar.

Num pavilhão ao lado, andei com outras almas

Também a padecer,

Imaginando se seu erro fora grave

Ou um erro qualquer,

Quando alguém sussurrou baixinho atrás de mim:

“O homem tem que pender”.

Cristo! As próprias paredes da prisão eu vi

Girando ao meu redor,

E o céu sobre a cabeça transformou-se em elmo

De um aço abrasador;

E, embora eu fosse alma a sofrer, já nem sequer

Sentia a minha dor.

Sabia qual o pensamento perseguido

Que lhe estugava o andar,

E porque demonstrava, ao ver radiante o dia,

Tanta angústia no olhar;

O homem matara a coisa amada, e ora devia

Com a morte pagar.

Apesar disso, escutem bem todos os homens

Matam a coisa amada;

Com o galanteio alguns o fazem, enquanto outros

Com a face amargurada;

Os covardes o fazem com um beijo,

Os bravos, com a espada!

Um assassina o seu amor na juventude,

Outro, quando ancião;

Com as mãos da Luxúria este estrangula, aquele

Empresta do Ouro a mão;

Os mais gentis usam a faca, porque frios

Os mortos logo estão.

Este ama pouco tempo, aquele ama demais;

Há comprar, e há vender;

Uns fazem o ato em pranto, enquanto que um suspiro

Outros não dão sequer.

Todo homem mata a coisa amada!- Nem por isso

Todo homem vai morrer.

Junho 28, 2009

Homenagem a Michael Jackson

Arquivado em: Artes, Geral, Música — Gláucia Felippe @ 7:24 pm

Uma homenagem realizada por 1.500 detentos, executado em 27 de junho de 2009, em memória de Michael Jackson. Concluído em 10 horas após o recebimento palavra que o Rei do Pop faleceu. Que ele possa sempre ser lembrado. …

Salvador Dali – “A persistência da memória”

Arquivado em: Artes, Cultura, Geral — Gláucia Felippe @ 10:26 am

Salvador Dali

Em 1934, Salvador Dali, pintor catalão radicado em Paris é uma das figuras líderes do grupo surrealista, expõe numa galeria de Nova Iorque, o quadro “A persistência da memória”, o que se tornaria num dos momentos fundamentais da sua carreira artística, responsável pelo incremento da sua notoriedade pública. De fato, os relógios moles – designação muitas vezes atribuída a este quadro – transformaram-se de imediato num dos ícones mais fortes e característicos da sua obra.

Na tela encontram-se representados três relógios que marcam diferentes horas tendo como fundo a paisagem de Porto Lligat, localizado no norte de Espanha, (memória de infância de Dali). Segundo o próprio autor, a solução formal dos relógios derivam de um queijo camembert que Dali se encontrava a observar enquanto pintava. As suas formas sensuais têm uma evidente conotação sexual, nomeadamente o que se encontra no centro do quadro, estendido sobre uma pedra que simula o retrato do artista.

 

Dali via os relógios como instrumentos normalizados e exatos que traduziam de forma objetiva a passagem do tempo. O fato de os dotar de formas orgânicas remete-os para o universo de prazer, recordando a dimensão fugidia do tempo e o sentido de ambiguidade que a evolução temporal introduz pelo cruzamento da percepção da realidade com a casualidade e inexplicabilidade da memória.
Esta pintura traduz o interesse do pintor pelas conquistas da ciência moderna, cruzando teorias mais abstratas de física, nomeadamente a relatividade de Einstein, que colocou em causa a ideia de espaço e tempo fixos, com as pesquisas de Freud relativamente ao inconsciente e à importância dos fenômenos dos sonhos. A duplicidade de sentido das imagens e as inúmeras interpretações que promovem assim como a tendência para a criação de cenas absurdas repletas de signos indecifráveis, levaram a Dali a designar esta forma de arte de crítica paranóica, em tudo oposta a uma visão racional do mundo.

De um ponto de vista técnico, esta pintura, assim como grande parte das criações de Dali, perseguem um enorme virtuosismo e meticulosidade no desenho das formas e na representação dos pormenores, com objetivo de obter atmosferas dotadas de grande realismo, daí o frequente alinhamento desta fase criativa com o grupo dos surrealistas ilusionistas ou veristas.
Contém uma grande quantidade de referências de caráter historicista, particularmente as referentes à pintura maneirista ou à enigmática e fantástica obra do flamengo Jerónimo Bosch.

O quadro Persistência da Memória (também conhecida por Relógios Moles), foi pintado a óleo, aplicado sobre tela com 24,1 por 33 cm. Encontra-se exposto no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.


Salvador Dalí. In Infopédia Porto: Porto Editora, 2003-2004
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$salvador-dali>.

Junho 27, 2009

Foto do “Copan” será leiloada em Londres

Arquivado em: Artes, Cultura, Eventos, Fotografia, Geral — Gláucia Felippe @ 6:35 pm

da Efe, em Londres

Copan

 

 

 Foto de Andreas Gursky

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma grande fotografia do edifício Copan, do alemão Andreas Gursky, fará parte do leilão de arte contemporânea, do dia 30 de junho, que acontecerá na sala Christie’s, em Londres. “Copan” (2002), fotografia de Andreas Gursky, é um perfeito exemplo da estética de boa parte das obras do artista. Gursky fotografou um dos edifícios mais ambiciosos do centenário arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, obra que foi iniciada para comemorar os 400 anos de São Paulo em 1954, mas que não foi finalizada até 1966. A magnitude da construção, que contém mais de mil apartamentos residenciais e 70 escritórios, permitiu que Gursky fizesse fotografias de seus mínimos detalhes, que parecem se fundir em uma magnífica unidade, como ocorre com outra obra ícone do fotógrafo alemão, a “Paris, Montparnasse”, de 1993. Além da obra do alemão, várias peças de Jeff Koons e um coração gigante da portuguesa Joana Vasconcelos serão leiloados.

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Coração Gigante de Joana Vasconcelos

Junho 22, 2009

Fernando Fragoso – Filet & Cia.

Arquivado em: Geral — Gláucia Felippe @ 6:34 pm

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Junho 18, 2009

Foto da Semana – António Manuel Pinto da Silva

Arquivado em: Cultura, Fotografia, Geral — Gláucia Felippe @ 12:31 pm
Esta foto é da  Galeria do fotógrafo António Manuel Pinto da Silva, onde
vocês poderão deliciar-se com lindas imagens.
 
Palácio de Aranjuez – Espanha

Antonio manuel pinto da silva

Junho 17, 2009

Festa Junina no Tênis Clube de Campinas

Arquivado em: Eventos — Gláucia Felippe @ 9:44 am

Cartaz com fone e horários JPEG

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com uma decoração em homenagem aos Santos Antônio, Pedro e João, além das simpatias, orações e curiosidades da tradicional festa caipira decorando a sede de campo, em Sousas, o Tênis Clube recebe nos dias 20 e 21 de junho seus associados e convidados para o evento mais aguardado da temporada, promovido pela diretoria social.
TRADICIONAL QUEIMA DE FOGOS
  
DUPLA SERTANEJA FÁBIO E RAFAEL (dia 20, às 18h)
  
GASTRONOMIA, COM BARRACAS TIPICAS
  

Lanche de pernil

Lanche de calabresa

Lanche de Mortadela

Batata Suissa

Yakisoba

Sushi

Cachorro Quente

 Churrasco

Pastel

Milho Verde e seus derivados

Crepes salgados e doces

Comida Portuguesa

Cabidela

Doces Tipicos e Caseiros

Docinhos de alta confeitaria

Vinho Quente

Quentão

Batidinhas e Caipirinhas

Cerveja / Chopp / Refrigerantes

Algodão Doce

Chocolate Quente

Maçã do Amor

Fondue de frutas

Pipoca

Churros

Pizza

Caldos 

DIVERSÕES O DIA TODO  

Brinquedos Infláveis das 15h às 21h (sábado) e das 14h às 18h (domingo)

Pesca

Bilhar americano

Chute ao gol

Bola na lata

Argola

Mini pônei charretinha

Stand de Maquiagem Fantástica e tatuagens

Mãos de cera

Pau de sebo, com prêmio de R$ 300,00 

 

No Casarão : Brinquedoteca,  berçário e fraldário  

INGRESSOS
Sócios do clube não pagam, convidados pagam R$ 15,00 por dia até 19 de junho e R$ 20,00 na hora/ Crianças até 10 anos não pagam. É importante, a fim de evitar filas, a retirada dos convites com antecedência na sede social do Cambuí (Rua Cel Quirino, 1346 )

Junho 16, 2009

Cité Du Design de Saint Etienne – Ano da França no Brasil

Arquivado em: Artes, Cultura, Design no Blog, Geral — Gláucia Felippe @ 1:29 pm
Exposição DESIGN F 10 Cite do design Saint Etienne em turnê no Brasil
BRASÍLIA – 13/07 ao 23/08 RIO DE JANEIRO – indefinido CURITIBA – 07/10 ao 21/11 SÃO PAULO – 30/11 ao 31/01/2010 SALVADOR – indefinido

DESIGN F.10 – Cite do Design SAINT-ETIENNE –BRASIL

O ano da França no Brasil – 2009 – é uma ótima oportunidade para a Cité Du Design de Saint-Etienne  celebrar sua inauguração, sua instalação em novo local e os 10 anos da Bienal Internacional de Saint-Etienne, evento original e único no mundo do design,  edificado como um forum internacional e que já acolheu inúmeros artistas brasileiros.

O ano da França no Brasil permitirá que a “Cité Du Design” confirme uma propagação internacional, apresentando suas atividades e estabelecendo laços com parceiros brasileiros para futuros projetos em cooperação.

O projeto Design F.10 é uma exposição plural concebida na Bienal Internacional de Design de Saint-Etienne em 2008, que destaca o trabalho de jovens designers franceses e também ações desenvolvidas em escala territorial: experiências mostradas em um mini City Eco-lab e hotel D. Essas propostas funcionarão como um conjunto de módulos sinérgicos.

A exposição atravessará o Brasil e será apresentada em Brasília, Rio de Janeiro,  Curitiba, Sao Paulo e  Salvador  entre  Julho e Dezembro de 2009.

 

 

 

Serviço: 

Período:  Julho a Dezembro de 2009
Curador  e realização no França : Cité du Design, Saint-Etienne
Responsável França: Josyane Franc. Gerente de relações internacionais da
Cité du Design & ESADSE
Curador no Brasil: Nicola Goretti
Proponente: Grupo AG,  Contato 3364 5987

Junho 11, 2009

Claude Monet – O mais dedicado do impressionismo

Arquivado em: Artes, Cultura, Geral — Gláucia Felippe @ 11:13 am

Colaboração  Folha Online 

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Seu pai almejava vê-lo dando continuidade ao comércio da família, um empório de secos e molhados. Ao invés disso, Claude Monet tornou-se o precursor de um movimento artístico inovador e cujo nome, “Impressionismo”, começou a ser usado após uma crítica pejorativa ao seu “Impressão, Sol Levante”, quadro exibido em 1872 em conjunto com obras de Renoir, Degas e Cézanne, todos amigos seus.

Apesar de ter nascido em Paris, em 1840, Oscar-Claude Monet cresceu na cidade portuária de Havre, onde travou seu primeiro contato com a pintura através de Eugène Boudin, que lhe estimulou a trabalhar ao ar livre e sob a luz do sol, procedimento que seria fundamental no desenvolvimento de sua técnica e estilo.

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Aos 19 anos Monet volta a viver em Paris, com o objetivo de estudar pintura. Apesar do desejo do pai de vê-lo na tradicional Escola de Belas Artes, opta por ingressar no Atelier Suisse, cuja postura mais livre combinava com sua personalidade. Apesar de apreciar o desenho, Monet não concordava com a tradição acadêmica de se fazer e ensinar arte nas escolas mais tradicionais. E é nesse ambiente que viria a conhecer Camille Pissaro, através de quem seria introduzido ao círculo de Manet, Coubert e outros artistas de idéias vanguardistas.

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Em 1861 é enviado à Argélia, convocado para defender a França na guerra. Cerca de um ano depois, contando com a ajuda da tia, retorna a Paris, dando continuidade às suas “pesquisas” ao ar livre. Nessas ocasiões, costumava se encontrar com amigos artistas no estúdio de algum deles, partindo dali para bosques e campos próximos, onde passavam o dia pintando paisagens e as mudanças de tons e sombras causadas pelo movimento do sol.

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Logo Monet conheceria a jovem Camille Doncieux, que inicialmente trabalhava como modelo e acabou se tornando sua esposa. Juntos tiveram dois filhos, mas oficializaram a união somente após três anos juntos. Os primeiros tempos ao lado de Camille foram de extremo aperto financeiro. O pintor relutava em mudar seu estilo de pintar, e desse modo encontrava dificuldades para vender seus quadros. Somente depois de iniciada a Guerra Franco-Prussiana (1870), quando de sua “fuga” para Londres, que a vida de Monet começaria a melhorar.

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Na Inglaterra conhece o marchand Paul Durand-Ruel, que passa a apoiar os impressionistas e a adquirir obras do grupo. Voltando à França, em 1871, vive em Argenteuil e depois em Vétheuil, dando início ao período mais fértil de sua vida. Torna-se amigo do casal Alice e Ernest Hoschedé, milionários admiradores de seu trabalho. Mais do que isso, Monet e Alice viriam a se casar, após ambos ficarem viúvos.

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 Finalmente, a mudança para Giverny: em 1883, junto da nova esposa e dos sete filhos (dois dele e cinco dela), Monet passa a viver em seu pequeno paraíso, onde construiu o lago que receberia seus famosos nenúfares, ninféias e a ponte japonesa. Lá, realizaria suas fantásticas séries de pinturas, onde os objetos que se repetiam não importavam muito: a impressão de cada momento causada ao pintor, fosse pela luz do sol, pelas sombras, reflexos ou vento, era o principal elemento transportado para as telas. Monet viveu até os 86 anos, e está enterrado no jardim de sua propriedade.

Quadro: Impressão. Sol Levante

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Dica para o Dia dos Namorados

Arquivado em: Blogueando Dicas, Eventos, Geral — Gláucia Felippe @ 8:46 am

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Junho 8, 2009

Exposição Olhar e Fingir: Fotografias da Coleção M+M Auer

Arquivado em: Artes, Cultura, Eventos, Fotografia, Geral — Gláucia Felippe @ 10:53 am

Recorte do maior acervo privado de fotos do mundo chega a São Paulo para comemorar o Ano da França no Brasil

Foto: Divulgação

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Com obras de nomes como Cartier-Bresson, Brassaï, Man Ray, Marcel Duchamp, Salvador Dali, René Magritte, Geraldo de Barros e Mario Cravo Neto, o Museu de Arte Moderna de São Paulo recebe a mostra Olhar E Fingir: Fotografias Da Coleção M+M Auer. Com curadoria da historiadora francesa Elise Jasmin, em parceria com o jornalista brasileiro Eder Chiodetto, a exposição reúne cerca de 290 peças da coleção do casal Michel e Michèle Auer e compreende quase 170 anos da história da fotografia.

As imagens trazem à tona a história da fotografia contada pelo prisma de artistas transgressores. O imaginário, o universo das sensações e das percepções não visíveis, as experimentações e as metáforas visuais fazem parte da mostra que fica em cartaz até 28 de junho. Nela, estão fotografias produzidas ao longo dos séculos 19, 20 e 21 por autores de diferentes continentes – entre os sul-americanos, estão os brasileiros Geraldo de Barros, Pedro Vasquez, Fabiana de Barros e Mario Cravo Neto.

Os destaques ficam por conta de uma técnica usada, principalmente na França do século 19, o  daguerreótipo, além de um calótipo (exemplar do processo positivo/negativo desenvolvido por William Henry Fox Talbot) da década de 1850, e algumas obras do pictorialismo do final do século 19 e início do século 20.

A coleção Auer foi adquiria ao longo de mais de 40 anos pelo casal Michel e Michéle Auer. Dela fazem parte cerca de 50 mil imagens que contam a história da fotografia. 

Local:

Museu de Arte Moderna – MAM (INFORMAÇÕES)

Preço(s):

R$ 5,50 (grátis aos domingos).

Data(s):

Até 28 de junho de 2009.

Horário(s):

Terça a domingo e feriados, 10h às 18h.

Junho 3, 2009

SOS Mata Atlântica faz exposição em Campinas

Arquivado em: Cultura, Eventos, Geral — Gláucia Felippe @ 9:52 am

Campinas será a segunda cidade a receber o caminhão do projeto “A Mata Atlântica é aqui”, exposição itinerante

Fonte: Cosmo

Divulgação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Campinas será a segunda cidade a receber o caminhão do projeto “A Mata Atlântica é aqui – exposição itinerante do cidadão atuante” no próximo dia 03 de junho, na Semana do Meio Ambiente. Trata-se de um caminhão totalmente adaptado, com palco para manifestações artísticas de temática socioambiental, túnel dos sentidos, atividades lúdicas, mobilizações, concursos e exposições para sensibilizar o público sobre a conservação ambiental. “O projeto pretende mostrar as diversas iniciativas espalhadas pelo País em prol da conservação deste bioma, mas, principalmente provar que todos, em qualquer lugar, podem ajudar neste processo, reconhecendo que a Mata Atlântica é aqui, onde nós vivemos”, conta Nádia Aun, coordenadora do projeto. A iniciativa tem o patrocínio de Bradesco Cartões, Natura e Volkswagen Caminhões e Ônibus.

O caminhão ficará estacionado no Shopping Parque D. Pedro de 03 a 06 de junho e no dia 07 de junho no Parque Taquaral. Todos os dias acontecerão atividades como o Túnel dos Sentidos (onde as pessoas entram de olhos vendados e podem resgatar sua relação com os cheiros, sons e texturas da floresta); o Jogo da Cidadania; o Jogo da Memória, com espécies da Mata Atlântica; o Painel do Clima e o Ciclo da Água. Já as oficinas de plantio de sementes, as visitas monitoradas com escolas da região e o plantio simbólico de espécies, entre outras atividades, acontecerão de acordo com programação. As atividades acontecerão das 13h às 21h entre os dias 03 e 06, e das 10h às 16h no dia 07.

Os educadores ambientais da SOS Mata Atlântica realizarão várias atividades que passarão ao público mais informações sobre a importância da Mata Atlântica e a sua influência na vida de cada um, além de estimular a criação de novos agentes multiplicadores em defesa da causa ambiental. Materiais produzidos nas atividades de desenho, redação e manifestações culturais selecionadas e apresentadas no palco do caminhão farão parte de uma exposição virtual no Blog da SOS Mata Atlântica. ”Campinas era 100% coberta por Mata Atlântica e hoje só possui 2% de remanescentes”, lembra Lemuel Santos, o Rex, um dos monitores da exposição. “Também vamos receber escolas em horários agendados e discutir temas como educação ambiental e restauração florestal com profissionais que atuam aqui na região”, complementa a também monitora Rosana Cornelsen Duarte.

O projeto percorrerá cerca de 40 cidades das regiões Sul e Sudeste durante um ano. Em todas elas acontecerá o cadastramento de pessoas interessadas em se tornar voluntários eventuais; palestras sobre a Mata Atlântica na região; monitoramento da qualidade da água dos rios; rodas de conversa sobre temas como educação ambiental ou restauração florestal; exibição de vídeos socioambientais; e todas as outras atividades também realizadas em Itu, sempre com o objetivo de promover em cada um destes locais atividades de conscientização, mobilização e educação ambiental.

De Campinas, o projeto segue para Piracicaba, entre os dias 10/06 a 14/06; e Bauru, do dia 17/06 a 21/06. Segue, então, para Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Vitória, Minas Gerais e outras áreas do Estado de São Paulo.

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Agenda:

Campinas – 3 a 6 de junho, no Shopping Parque Dom Pedro e dia 7 de junho no Parque Taquaral

Piracicaba – 10 a 14 de junho, em local a confirmar

Bauru – 17 a 21 de junho, em local a confirmar

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Arquivado em: Eventos, Geral — Gláucia Felippe @ 9:50 am

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Junho 2, 2009

Banheiro Clássico – Campinas Decor 2009

Arquivado em: Artes, Cultura, Design no Blog, Eventos, Geral — Gláucia Felippe @ 8:48 am

Fonte: Cláudia Casella

Os arquitetos Maxwell Geraldi e Gustavo Ramos e a designer de interiores Roberta Martins projetaram este Banheiro Clássico, resgatando a época áurea dos barões do café, sem deixar de lado a modernidade e o conforto dos dias atuais. Uma sala de espera é comum a ambos os sexos, com móveis da Tok Stok. Os banheiros são acessíveis, com barras de apoio.

 Fotos: Leandro Farchi

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